PEDRO PADOSAN

 

Transformar branco em azul através da cianotipia. Caminhar como processo criativo e emancipatório, se transformar ao caminhar e possivelmente transformar onde se caminha. Caminhar para evidenciar as relações corpo X olhar X espaço. Como minha primeira performance individual, este projeto nasce a partir da mentoria anti-análise realizada por Pêdra Costa no âmbito do Frestas - Trienal de Artes e foi contemplado com a Lei Paulo Gustavo - Diadema.  Partindo de uma relação auto etnográfica entre corpo X olhar X espaço pretendemos apresentar uma performance que ligue Centros Culturais através de uma caminhada vestindo uma roupa branca embebida em emulsão fotográfica que se 'revelará' com o suor da caminhada.
 
 
Sinopse
Caminhando de Branco à Azul é uma performance de reencontro com uma ancestralidade perdida e negada. Onde o encontrar-se está no ato de caminhar entre dois pontos vestindo uma roupa branca embebida de emulsão fotográfica, que, com o tempo, se revela.

imagens por Amanda Rodrigues

Trecho de caminhando de branco à azul

imagem por Rafael Trevigno

 

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imagem por Gabi Vieira

 

vídeo por Amanda Rodrigues

 

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